sexta-feira, 7 de abril de 2017

Soneto da tristeza



Medo da aparição que vive em mim 
Ás vezes fica atrás do meu sorriso
É como se almejasse ver um fim
Reclina no meu colo e sem aviso

Dorme comigo, eu nunca disse sim...
Nem sequer penso nela e nem preciso
Imploro para não chegar assim
Trazendo comoção, matando o riso...

O pranto numa tarde em tempestade 
Ela vive somando a minha idade
Não quero esvanecer; desejo a vida...

Sinto que digo adeus a cada instante
Tristeza, seu lugar é bem distante!
Faz desdém. Não se mostra comovida...


Janete Sales Dany
Soneto@ Todos direitos reservados
Registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
no livro Soneto Amor Eterno e Outras



Licença Creative Commons
O trabalho Soneto Tristeza de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

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